Mais de 20 policiais responsáveis pela proteção da família real foram colocados em funções restritas depois que alguns foram acusados de adormecer no Castelo de Windsor e deixar seus postos sem supervisão, informou a polícia londrina.
Um total de 23 oficiais do comando Royalty Specialist Protection receberam avisos de má conduta, sendo 21 deles com funções restritas, após o que a força descreveu como uma investigação urgente iniciada no mês passado, informou a Polícia Metropolitana.
“O comportamento alegado está abaixo dos altos padrões esperados dos oficiais, especialmente em funções de proteção na linha de frente”, disse um porta-voz da força.
As alegações vieram à tona depois que o jornal Sun relatou que os oficiais foram acusados de deixar seus postos sem supervisão em Windsor, uma das residências do rei Charles, bem como dormir enquanto estavam de serviço.
Os oficiais da unidade especializada de polícia são responsáveis por proteger os membros da família real e guardar as residências reais.
Os dois oficiais não colocados em funções restritas não seriam destacados para residências reais enquanto a investigação continuasse, disse o comunicado policial, acrescentando que investigações também estavam em andamento em outras residências reais.
O Castelo de Windsor, onde o rei recebeu o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no ano passado, a oeste de Londres, é regularmente usado tanto para estadias privadas quanto para ocasiões de Estado.
O Palácio de Buckingham recusou-se a comentar.

