BOMBA!! CONTRATO DA GESTÃO DO ENTÃO PREFEITO ARTHUR HENRIQUE LEVANTA SUSPEITAS DE UM FORTE ESQUEMA ENVOLVENDO MILHÕES.

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CONTRATO DA GESTÃO DO ENTÃO PREFEITO DE BOA VISTA – RR ARTHUR HENRIQUE LEVANTA FORTES SUSPEITAS DE UM FORTE ESQUEMA ENVOLVENDO MILHÕES. NO ANO DE 2025.

Segundo uma testemunha chave do suposto esquema que afirmou à redação que o então prefeito Arthur Henrique teria conhecimento de todo o suposto esquema e teria autorizado a contratação e os pagamentos, mesmo ciente de que os serviços não teriam sido executados

Um contrato firmado pela EMHUR durante a gestão do então prefeito Arthur Henrique está no centro de uma apuração que levanta graves questionamentos sobre a utilização de recursos públicos em Boa Vista.

Trata-se do Contrato nº 274-EMHUR/DIRETORIA/2025, assinado em 9 de junho de 2025 com a empresa K B F Empreendimentos e Atividades de Nutrição Ltda., para o fornecimento de alimentação destinada a eventos da empresa municipal.

E é justamente nos números que aparece um dos pontos mais intrigantes da documentação.

O Portal da Transparência registra R$ 2.522.650,00 como “Valor Contratado”. Ao mesmo tempo, o próprio sistema apresenta R$ 262 mil como valor da Ata de Registro de Preços, valor total dos itens e valor do contrato.

Uma diferença de R$ 2.260.650,00.

MAS A BOMBA NÃO PARA NOS NÚMEROS

Segundo fontes que procuraram a redação, o caso seria ainda mais grave.

De acordo com as informações, o então prefeito Arthur Henrique teria conhecimento de todo o suposto esquema e teria autorizado a contratação da empresa e o pagamento dos valores, mesmo tendo ciência, outras informações já dão conta de que os serviços contratados não teriam sido efetivamente executados, mesmo assim teriam sido pagos integralmente.

As investigações iniciais devem apontar se o serviço foi realizado, quais eventos receberam os serviços; quantas refeições foram efetivamente fornecidas; quais notas fiscais foram apresentadas; quem atestou a execução; quais empenhos, liquidações e pagamentos foram realizados.

A documentação oficial identifica Jucicleia Ribeiro Aguiar como fiscal do contrato, conforme Portaria nº 139/2025.

A empresa contratada tem como sócia-administradora Kethellen Brito Fernandes.

Mas a pergunta permanece:

Se os serviços não foram executados, porque é quem autorizou os pagamentos?

Se foram executados, onde estão os documentos que comprovam?

E por que o Portal da Transparência apresenta valores tão diferentes para o mesmo contrato?

O caso reúne uma discrepância documental de mais de R$ 2,2 milhões, denúncias de possível pagamento sem execução e agora relatos de fontes que afirmam que o então prefeito teria conhecimento dos fatos.

A redação seguirá aprofundando a apuração e confrontando os documentos com os responsáveis pela contratação e pelos pagamentos.

Até o fechamento desta pauta o ex prefeito Arthur Henrique não foi localizado por nossa redação.