“Conseguiu tomar sopa”, diz Michelle sobre estado de Bolsonaro pós-cirurgia

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A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro publicou nas redes sociais, na noite de sexta-feira (1°), uma atualização sobre o estado de saúde do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Bolsonaro realizou na manhã de sexta-feira uma cirurgia no ombro direito, no hospital DF Star, em Brasília, e que terminou “sem intercorrências”, segundo o boletim médico divulgado após o procedimento.

“O Galego já está sem oxigênio nasal, conseguiu tomar sopa, e os dedos da mão do braço do procedimento – que é normal não se mexerem por conta do anestésico – já voltaram a se movimentar nesta noite. Está bem, graças a Deus! Amanhã trago mais notícias dele.”, publicou escreveu Michelle.

De acordo com nota do hospital DF Star, Bolsonaro segue internado “para controle de dor e observação clínica”.

Entenda o caso

O procedimento foi realizado no manguito rotador e em lesões associadas, que teriam sido afetados depois de uma queda do ex-presidente em janeiro, quando ele estava na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

Antes, para CNN apurou que a previsão era de que a cirurgia de Bolsonaro tivesse cerca de três horas de duração.

Bolsonaro chegou na unidade hospitalar no início da manhã desta sexta-feira (1º). Por volta das 6h, a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL) disse nas redes sociais que já estava a caminho do hospital.

A PM (Polícia Militar) atuou na escolta do ex-presidente até o DF Star. A operação contou com o apoio do Centro de Inteligência da PMDF (Polícia Militar do Distrito Federal) e do 1º Comando de Policiamento Regional da PMDF.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou a realização da cirurgia na quinta-feira (30). A decisão atendeu um pedido feito pela defesa do ex-presidente, que cumpre a pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado.

Bolsonaro passou a cumprir pena em sua casa no Jardim Botânico no final de março. A prisão domiciliar foi autorizada por Moraes por um período de 90 dias. O magistrado justificou a decisão com base nos problemas de saúde do ex-presidente, que enfrentou uma broncopneumonia bilateral.

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