Defesa fala em “sintoma grave” e volta a pedir domiciliar a Bolsonaro

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O advogado de Jair Bolsonaro (PL), Paulo Cunha Buenovoltou a insistir na necessidade de transferência do ex-presidente para o regime de prisão domiciliar. Nesta sexta-feira (13), Bolsonaro foi encaminhado a um hospital em Brasília, após passar mal na Papudinha, onde cumpre pena por tentativa de golpe de Estado.

“A defesa tem insistido reiteradamente na necessidade da transferência do presidente para a custódia domiciliar, diante de um quadro de saúde que demanda cuidados e precauções que jamais poderão ser dispensadas em qualquer estabelecimento prisional, por melhores condições que apresente”, disse Bueno em rede social.

Segundo o advogado, a situação de hoje foi antecipada em laudos recentes acerca da saúde de Bolsonaro no último pedido de prisão domiciliar, que, de acordo com Bueno, foi “sumariamente negado” por Alexandre de Moraes, relator da ação que resultou na condenação do ex-presidente no STF (Supremo Tribunal Federal).

Bueno relembrou a decisão de Moraes ao aceitar o pedido da defesa do também ex-presidente Fernando Collor de Mello, autorizando-o a cumprir prisão domiciliar. O advogado de Bolsonaro afirmou que o diagnóstico de Collor — apneia do sono e princípio de doença de Parkinson — é um quadro “minúsculo” quando comparado com o líder bolsonarista.

A condição de saúde de Bolsonaro foi informada pelo seu filho mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ainda nesta manhã. Segundo ele, o ex-chefe do Executivo apresentava calafrios e vômitos.

TEM CNNo cardiologista Leandro Echenique, que acompanha o ex-presidente, disse que Bolsonaro teve febre e apresentou uma pequena queda de oxigênio. Encaminhado para o hospital DF Star, em Brasília, o ex-presidente passa por exames para saber se é uma infecção respiratória.

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