Morre Jennifer Finch, da banda L7, após diagnóstico de câncer cerebral

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A baixista da banda L7, Jennifer Finchmorreu aos 59 anos cinco dias após revelar o diagnóstico de câncer cerebral. A notícia foi confirmada nas redes sociais oficiais da artista.

“É com profunda tristeza que anunciamos o falecimento de nossa companheira, irmã, filha e amiga Jennifer Precious Finch. O impacto de Jennifer no mundo da música foi avassalador; o impacto em nossas vidas, ainda maior”, iniciou publicação no Instagram da baixista.

“Agradecemos o interesse e a preocupação de todos, bem como as mensagens carinhosas. Pedimos um pouco de espaço para vivermos nosso luto com privacidade neste momento difícil”, concluiu.

Na última semana, a banda feminina havia anunciado que Jennifer Finch recebeu o diagnóstico de uma forma agressiva de câncer cerebral.

A banda chegou a abrir uma vaquinha online para arrecadar dinheiro para ajudar a cantora com o tratamento e pediu doação de fãs. Na mesma postagem, elas afirmaram que a série de shows que estava marcada foi planejada quando todas estavam com boa saúde e disposição.

Cantora vivia com limitações físicas

Nas redes oficiais de Finch, foi postada uma carta atribuída aos entes queridos da cantora. Na mensagem, familiares descreveram que, após receber o diagnóstico, havia a esperança de que, com o tratamento, ela poderia seguir com uma versão de vida normal.

No entanto, a artista teve complicações e precisou passar por diversas cirurgias. “Jennifer agora vive com limitações físicas significativas e precisa de um nível de cuidado que o amor, a amizade e a pura determinação não conseguem fornecer de forma segura 24 horas por dia.”

As despesas seriam destinadas a cobrir enfermeiros em domicílio, fisioterapia e fonoaudiologia, equipamentos médicos, cuidados domésticos e outros, para que ela possa “viver com o máximo de conforto, dignidade, autonomia e qualidade de vida possível.”

“Isso também ajudará a proteger e preservar o legado criativo que ela passou décadas construindo — porque esse trabalho importa e merece perdurar. Ela nunca passou despercebida. E nem nós passaremos, com amor, gratidão e muita disposição para lutar”, disseram na época.

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